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Segunda, 20 Fevereiro 2012 17:36

Testemunho - início Destaque

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Este é meu testemunho sobre o poder de Deus!

Como toda pessoa considerada normal eu estava levando uma vida normal mas ocupando meu tempo com o estudo de coisas ocultas. Estes assuntos relacionados a questões como, de onde viemos? Porque estamos aqui? Para onde vamos?

Acontece que esta busca, me trouxe às mãos material de estudo que continha perigoso conteúdo.Quando digo isso o digo por que oferecia acesso a um conhecimento que nem sequer podia imaginar que existe.Eu imaginava que buscando este conhecimento eu estaria me aproximado de Deus. Aprofundei-me neste estudo e quanto mais eu encontrava informação mais interessado eu ficava. Cheguei a uma etapa onde tive acesso a instruções, de como fazer testes práticos a respeito daquelas informações. Mas o estudo alertava sobre os perigos e que dependendo das escolhas feitas o praticante estaria entrando por um caminho sem volta. Resolvi então dar um tempo e pensar melhor antes de fazer um teste pratico. Mas não sei explicar se foi conhecidencia ou era relacionado com aqueles estudos, morcegos começaram a infestar nossa casa. Parei então com aquele estudo. 

Não muito tempo havia se passado eu estava dando continuidade com meu filho ao trabalho de desenvolvimento de sites que era a atividade de nossa empresa naquela ocasião.

Até que num belo dia eu estava abaixado mexendo com o tratamento da água da piscina de minha casa quando percebi que algo diferente aconteceu, senti uma dor nas costas muito forte e fiquei deitado no chão até ela passar. Tendo me recuperado da dor voltei aos afazeres do dia a dia, mas comecei a sentir um amortecimento nas pernas, no dia seguinte este amortecimento aumentou, e isso me preocupou muito. No terceiro dia expliquei a meu filho que iria levar ele junto comigo nos clientes que estávamos atendendo para que ele desse continuidade. Eu precisaria fazer um repouso, estavam ficando cada vez mais amortecidas as minhas pernas. Naquele dia então fui deitar com o firme propósito de fazer este repouso até que recobrasse a normalidade dos movimentos. Mas naquela noite mesmo, ao levantar para ir ao banheiro consegui chegar ao vaso e urinar, mas ao retornar para a cama já não consegui chegar até ela, senti uma dor terrível nas pernas e fui ao chão. Senti uma dor terrível como eu nunca havia sentido anteriormente, minhas pernas encolhiam como se fosse uma câimbra. Minha esposa acordou assustada em me ver ali no chão me contorcendo e não sabia o que fazer. Na verdade eu também não tinha ideia do que estava acontecendo e o que fazer diante da situação, sentia somente muita dor. 

Naquele momento de grande aflição o único pensamento que me veio à mente foi pedir para que minha esposa ligasse para um amigo meu, eu o conheci quando prestei serviço para sua empresa a muitos anos já passados. Ficamos amigos de toda família. Frequentemente quando tínhamos a oportunidade de nos encontrar conversava-mos por horas sobre assuntos a respeito de Deus e relacionados a Deus. Trocávamos também testemunhos a respeito do poder de Deus.  Eu apesar de minha origem ser de família católica cresci sem muito frequentar a igreja e recebia de minha mãe os ensinamentos a respeito de Deus que ela lia para nós na bíblia

Detalhes narrados na primeira parte de minha historia (conteúdo no link minha historia). 

Foi somente perto dos meus trinta anos que ouvi com mais atenção o que as pessoas me diziam sobre Jesus meu temor e fé se direcionavam ao Pai o Deus que criou os Céus e a Terra. Pois então, nas conversas com este amigo o assunto na maioria das vezes era relacionado com Nossa Senhora, eu não encontrava na bíblia referencia para esta Fé que ele desejava me passar. Percebia nele um desejo imenso que eu entendesse sua fé. Então eu me perguntava por que naquele momento de tão grande dor somente conseguia vir a minha mente o desejo, que minha esposa ligasse para este amigo. Era madrugada, perto das três ou quatro horas da madrugada.

Então minha esposa atendendo ao meu pedido, tentou ligar no celular dele. Mas tocava e ele não atendeu. No mesmo instante que minha esposa ligava para ele eu fui envolvido por uma luz muito grande e muito clara e senti um alivio tremendo. Durante o momento que eu me encontrava envolvido por aquela luz eu não sentia dor, foi então que voltei a mim e me dei conta que estava ali encolhido no chão aos pés de nossa cama, não via mais a luz, na verdade eu estive dentro daquela Luz. Foi uma sensação de alivio e paz indescritível. Quando sai daquela luz, minha cunhada que também tinha vindo para nos ajudar me aplicou uma injeção. 

Então não me lembro se sentia menos ou nenhuma dor eu estava lúcido para conduzir a situação. Fui tentar me mover, mas havia perdido os movimentos da cintura para baixo. Estava precisando ser socorrido. Orientei minha esposa. Pedi para ela ligar para os bombeiros para que viessem me remover. Morávamos em um sobrado e nosso quarto ficava no pavimento superior, a escada seria uma problema para me removerem, ainda mais por se tratar de uma escada modelo caracol que projetei e construí. 

Posteriormente descobri em uma revista uma semelhança com a escada da casa de Santos Dumont em Petrópolis no Rio de Janeiro. Esta escada que Santos Dumont projetou assim com a nossa não possuía apoio, nem corrimão somente um tubo central onde estava fixado o degrau. Sabia que para poder ir para um hospital o primeiro desafio seria descer esta escada por isso pensava que a equipe de resgate dos bombeiros seria a melhor opção. Mas minha esposa ligou e informaram que não faziam este tipo de remoção. Fazer o que então, não demorou muito chegaram mais alguns cunhados, não sabiam como fariam para me remover, pois eu pesava em torno de 90 kilos. Eu mantive a calma. Eu era costumado a transportar coisas pesadas então orientei meus familiares como deveriam fazer e tudo deu certo. Fui levado para o pronto socorro e fiquei durante horas sob uma maca no corredor até que conseguiram uma vaga num quarto para mim. Naquela mesma noite morreu um senhor que estava ao meu lado, agora ao escrever recordando sobre este senhor lembro que ele tinha o corpo todo atrofiado e que provavelmente deveria ter sido por algum problema em sua coluna. Conforme o medico informou, precisariam ser feitos exames para saberem o que estava acontecendo comigo. Foi nesta ocasião que todos os meus parentes passaram momentos de agonia, imagino o quanto é difícil saber que uma pessoa esta dependendo de nós, todos procuravam ajudar de alguma forma. No dia seguinte conseguiram para mim uma vaga em uma enfermaria junto com mais 5 ou 6 pessoas. Neste dia e no anterior eu já estava sendo medicado, mas sentia dores nas pernas e não conseguia fazer nenhum movimento com as pernas e os pés, somente sentia dor.

Mesmo assim procurei me manter calmo. Lembro do bom humor daqueles colegas de enfermaria, eram todos pessoas humildes, cada um que ali estava tinha algum problema e aguardava por uma cirurgia. Mas tinham bom humor. Em uma ocasião próximo ao final do dia, chegou à hora de servirem o jantar eu nem havia notado. Meus colegas de enfermaria ouviram um barulho de rodas e começaram a comentar um com o outro, qual o sabor do espetinho que iria escolher, não estava entendendo do que se tratava. Percebia que o som das rodas do carrinho estava mais próximo. Eles brincando diziam o tipo de espetinhos que iriam escolher, um dizia que queria de carne outro de frango e assim cada um ia fazendo a sua escolha. Pensei então, será que servem espetinhos aqui no hospital?. Enquanto me perguntava isso entra no quarto o carrinho empurrado pela enfermeira com uma porção de bandejas de aço e pilhas de seringas com injeções pra todos nós, eram estes os espetinhos. Tive que rir não consegui controlar o riso mesmo com a dor. E assim era nossa enfermaria. Nos primeiros dias e noites minha esposa e meu filho não pararam de fazer massagens em minhas pernas para aliviar a dor que eu havia voltado a sentir, eles chegavam a sentir dores nos braços pelo excesso de massagem que faziam. Minha esposa e filho, como não havia espaço dormiam ao meu lado deitados no chão sob um cobertor dobrado. Eles tinham que ficar quase em baixo de minha cama, naquela enfermaria, mal cabia uma cadeira para um acompanhante. Momentos terríveis devem ter sido para eles ter que me olhar naquelas condições estando impotentes por nada poderem fazer.

Todos os familiares e amigos vieram me visitar todos preocupados em ajudar de alguma forma, ou correndo atrás de exames, ou trazendo algo para comermos, eu agradeço a Deus pelo carinho que recebi de todos e também pela atenção que dedicaram a minha esposa e família naquele momento. O meu amigo agora mais ainda me falava sobre Nossa Senhora, contei a ele que no momento que aconteceu só me veio à mente ligar para ele e contei sobre a Luz que havia me envolvido quando minha esposa tentava ligar. Ele "O ALEXANDRE" baseado em sua devoção, me disse que aquela Luz era a Luz que irradiava de Nossa Senhora e que ela havia vindo me socorrer. Pensei comigo, foi inexplicável minha atitude, porque o desejo de ligar para o o meu amigo? Como disse anteriormente nunca encontrei referencia na bíblia que justificasse sua fé em Nossa Senhora, até questionei muito o Alexandre a respeito de sua devoção.

Nesta data em que estou revisando este texto, passados anos do acontecido, peco a DEUS que pela sua misericórdia revele a verdade a cada um de nós seus filhos, não permitindo que nenhum de nós seja enganado se estamos buscando a sua presença, somente a sua verdade seja encontrada. 

Mas ai estava uma manifestação do poder de "DEUS" através daquela Luz para eu refletir a respeito. Os dias foram passando.

A prioridade agora era fazer os exames, primeiro foi feito um raio-X, mas não era suficiente para detectar o problema,para fazer outro exame mais detalhado eu teria que aguardar em uma fila de espera. Assim foi até que um de meus cunhados conseguiu junto aos administradores do hospital que fosse feita uma tomografia, já haviam se passado alguns dias e mais alguns dias passou para que o médico ortopedista viesse avaliar o meu exame e dizer qual era o meu problema.

Nada animador foi quando ele apareceu e ouvi ele me dizer ao olhar os exames que iria me dar alta porque o meu problema era tão difícil de resolver que não adiantaria me manter hospitalizado. Pensei comigo, me dar alta desta maneira, quer dizer então que eu terei que ficar como estou.

Se fosse este o meu destino eu teria que aceitar, pois aceitamos as boas coisas que Deus nos dá e precisamos aceitar as provações. Mas teria que fazer alguma coisa, tentar algum recurso pedir a opinião de outros profissionais a respeito da minha condição. Não poderia deixar de fazer o que estivesse ao meu alcance. Eu teria que tentar tudo que fosse possível. Eu considerava também que poderia ser sem resultado. Então teria que aceitar, mas não sem tentar. Procurei manter o bom humor não queria me tornar um peso, já bastava a situação difícil que eu estava criando para todos estando naquelas condições. Então procurei ocupar o meu tempo enquanto aguardava até que alguma coisa acontecesse. Pedi papel e caneta e estava projetando um elevador para que eu pudesse subir com uma cadeira de rodas para o meu quarto. Caso não recuperasse os movimentos não poderia mais subir escadas. Cheguei a concluir um projeto bastante interessante. Estava então vivendo num mundo diferente onde existiam limitações e eu teria que me adaptar a condição que me encontrava, então enxerguei que muitas outras pessoas vivem com estas limitações e decidi que caso eu ficasse naquela condição impossibilitado de andar eu iria dedicar meu tempo a adaptar minha casa primeiramente e posteriormente oferecer as outras pessoas o que eu conseguisse desenvolver nesta área, assim como o projeto do elevador que estava bastante adiantado.

Estava assistindo ao jornal em uma pequena televisão que haviam levado de minha casa para todos nós da enfermaria poderemos assistir. Quando estava assistindo percebi que conhecia o entrevistado, era ele, uma pessoa que conheci em meu relacionamento comercial, havíamos ficado amigos. Ele era presidente do Sindicato dos Transportadores de Cargas Pesadas do Estado de Mato Grosso, por este motivo ele estava sendo entrevistado.

Lembrei então que ele havia sofrido um problema serio em sua coluna, chegou a andar com o corpo quase dobrado, mas em uma das ultimas vezes que nos encontramos ele me contou que tinha feito uma cirurgia, estava recuperado e lamentou não ter tido feito antes a cirurgia. Disse-me que tinha um medo terrível e somente depois de pesquisar muito sobre o assunto e sobre a carreira do medico que escolheu, decidiu fazer a cirurgia, mas estava muito bem, recuperado e feliz, em nosso ultimo encontro até havia voltado a pescar que era seu passatempo. Por sorte seu numero estava na agenda de meu celular. Imediatamente liguei para ele, falei que estava em um hospital, ele me passou o telefone de seu medico e disse para dizer que ele o havia indicado. Assim eu fiz Dr. Cezar era o nome do medico, falei com ele e ele disse que viria me visitar. Sua vinda não pode ser imediata, mas demorou menos tempo que a avaliação do medico do próprio hospital onde eu estava. Quando o medico viu a tomografia, não ficou muito otimista, mas pelo menos disse que para poder avaliar melhor teria que ser feito uma ressonância magnética, combinamos que assim que este exame fosse feito entraríamos em contato com ele. Então outra correria teve que ser feita, era um exame caro e com muitas pessoas em minha frente na fila de espera e demoraria vários dias, então entrou em ação novamente meu cunhado Cleber conseguindo para mim a tomografia.

Todos sofreram junto comigo aqueles momentos a amizade não permitia a eles me verem naquela condição e ficarem indiferentes. Foram passando os dias.

Quando eu estava para entrar em depressão me consolava com o carinho de todos, eu via o sofrimento de minha esposa e filhos e não me permitia aumentar ainda mais o sofrimento deles caso eu me tornasse depressivo. Sempre recebia uma visita ou uma ligação me encorajando. Chegou então o momento e consegui fazer a ressonância. Assim que pegou o resultado meu cunhado levou para o Medico avaliar, pois ele não podia vir me visitar naquele dia. Ao ver os exames o médico disse para meu cunhado que não era bom o meu estado, eu teria que ser submetido a uma grande cirurgia e pelo que ele estava avaliando pelos resultados eu teria que receber 4 parafusos e mais alguns suportes para tentar recuperar minha coluna que era onde estava o problema.

Disse então que iria me ver no hospital assim que fosse possível. Continuei em minha rotina na enfermaria, tinha espetinho todos os dias.

Meu espetinho era tomar 5 injeções a cada 6 horas uma na poupança e as demais na veia. No começo eu que tinha veias saltadas em minhas mãos e braços depois de tantas injeções parece que minhas veias fugiam quando ouviam a aproximação do carrinho dos “espetinhos”.

Recebi então a vista do medico desta vez veio acompanhado de um outro médico, era o Dr. Paulo. Pegaram minhas pernas e fizeram quase virar um oito, a cada torcida me perguntavam se sentia dor. Eu respondia e assim tiraram suas conclusões. Disseram que meu estado era muito grave que as chances eram muito pequenas, que a possibilidade de sucesso era de 5% apenas. Mas que não restava alternativa senão a tentativa através da cirurgia. Do contrario poderia atrofiar todo o meu corpo. Eu já estava com as pernas mais finas, havia perdido massa muscular e encurtado o nervo puxando para traz o calcanhar devido ao tempo que eu estava sem movimentar as pernas.

Hoje ao escrever, me recordo do Senhor que havia falecido no primeiro dia que cheguei ao hospital, tinha o corpo todo atrofiado, teria sido o mesmo problema que havia acontecido comigo?

Bem naquele momento agradecia a Deus que pelo menos eu tinha uma possibilidade.

Este medico não havia dito que iria me dar alta que meu caso não tinha solução como havia dito o outro médico que deu o primeiro diagnostico pelo menos tinha os 5% de chance. Estávamos agora diante de mais um problema. Seria como pagar esta cirurgia. Seu custo não era nada pequeno. 

Eu possuía um carro e pensei nele como uma alternativa, mas o seu valor não seria suficiente. Lembro que foi informado a todos os membros da família sobre a necessidade da cirurgia e o valor que estava estimado. Este valor estava fora do poder aquisitivo de todos. Eu não me sentia no direito e nem queria que se sacrificassem tendo que vender alguma coisa por minha causa. Então me restava esperar para ver o que iria acontecer. Continuei minha rotina com os espetinhos e todos continuaram tentando com um ou outro conhecido que tivesse alguma influencia dentro da administração pública, para ver se conseguiam que fosse agendada a cirurgia o mais rápido possível, porque a demora também estava agravando o meu estado. Frequentemente recebia uma ligação me dando esperanças, que eu tivesse Fé.

Me perguntaram então se eu tinha magoa de alguém se eu guardava algum sentimento deste tipo em meu coração e pediram que eu perdoasse porque poderia estar me dificultando a receber a graça de ser feita à cirurgia. Pensei sobre o que me perguntavam e procurei lembrar se eu tinha este tipo de sentimento, mas eu sempre procurei evitar este tipo de sentimento, perdoando e não guardando magoa de ninguém. Mas este amigo insistia neste assunto e me dizia que poderia haver algum impedimento ou então não havia chegado ainda o momento certo.

Então me lembrei daquele estudo que eu estava fazendo antes de ter perdido o movimento das pernas. Eu havia parado no momento que achei que estava ficando perigoso por causa das etapas seguintes sugerindo testes práticos.

Estou escrevendo agora e relembrando o assunto sinto meu coração acelerar. Então contei sobre isso ao meu amigo quando novamente ele tocou neste assunto. Ele perguntou para mim, onde estava este material de estudo? Destrua isso imediatamente, ele me disse. Eu tinha um CD que havia comprado e veio pelo correio, neste CD continha mais de sete mil paginas daquele conteúdo e mais áudios e outros conteúdos que nem cheguei a abrir. Para facilitar a leitura eu havia mandado imprimir parte deste conteúdo e pretendia ir imprimindo à medida que fosse avançando. Ocorre que o assunto me atraia tanto que eu comentava alguma coisa sobre ele com meus conhecidos e todos queriam ter acesso aquele conhecimento. Por causa do interesse de alguns eu cheguei a dar copia de algumas partes que eu já tinha lido. Cheguei até a mandar para meu irmão mais velho pela internet para ele ver o que eu havia encontrado e estava descobrindo.

Então quando ele falou para destruir imediatamente, isso já não seria muito fácil e nem muito rápido. Mas o que eu possuía em minha casa e tinha dado a uma de minhas filhas imediatamente pedi e eles para destruírem e atenderam o meu pedido.

Depois eles me contaram que ficaram impressionados com o que havia acontecido, quando tentaram destruir pondo fogo nas folhas que eu mandei imprimir, o papel não pegava fogo, vários palitos de fósforo foram utilizados e o papel não queimava, então apelaram para o álcool na tentativa de queimar aquelas folhas, ficaram surpresos novamente porque o fogo iniciava e assim que acabava o álcool se apagava o fogo não queimando totalmente as folhas de papel, até mesmo o CD que era de plástico estava difícil para queimar. Depois tive a oportunidade de ver na churrasqueira de casa onde queimaram aquele estudo o que havia sobrado e que estava dentro da churrasqueira. Ali estava quase uma caixa de palitos de fosforo que haviam sido acessos naquela tentativa até que conseguiram. Contaram-me que saia uma chama com uma cor estranha quando estava queimando aquele material.

Varias vezes foram feitas orações ao redor de minha cama no hospital. Após terminada a oração costumavam pedir uma palavra que era lida para todos, nesta ocasião, ao pedirem uma palavra para mim, foi lido um trecho que dizia o seguinte: “Pare de procurar o que esta oculto e que esta alem do seu entendimento". Cabe a mim neste momento dizer a você que esta lendo, fuja desta curiosidade, se você sentir este desejo de querer saber sobre coisas ocultas fuja disso imediatamente. Acredite se quiser estou me sentindo mal somente por estar escrevendo sobre este assunto, cheguei a sentir algo perto de mim e me arrepiou todo o meu corpo já por duas vezes.

Portanto pense a respeito. Que nosso pensamento e os nossos atos tragam somente os anjos de Deus. Sejam sempre os seres da Luz de "DEUS" presentes ao nosso lado e o Espírito Santo de Deus esteja conosco em todos os momentos.

Continuando a contar, passados 23 dias internado do pronto socorro, havia chegado o momento certo a hora certa e a porta certa havia se aberto. Estava sendo transferido para outro hospital com mais recursos onde seria feita a minha cirurgia. Estava agora numa enfermaria com mais três companheiros, e estavam sendo feito os exames finais de risco cirúrgico para eu ser operado.

Eu Recebia sempre a visita de algum dos médicos da equipe que iria fazer a minha cirurgia, conheci então o Dr.Marlon que também iria fazer parte da cirurgia. Os médicos haviam me dito que devido ao grande tempo que iria demorar a cirurgia seria necessário que eles se revezassem, precisaria então de três médicos para fazer o procedimento todo.

Agradeço a Deus por todas as pessoas que cuidaram de mim durante todos o tempo desde o momento eu que fui removido de minha casa para o hospital, todos os familiares, médicos e todas as enfermeiras e enfermeiros e demais profissionais, por todos fui muito bem atendido e Deus há de retribuir a eles por tudo que fizeram por mim. Havia chegado o momento e fui preparado desde a noite anterior, a cirurgia deveria começar bem cedo as 07 horas, porque segundo a previsão dos médicos poderia durar o dia todo e avançar pela noite. Fui informado que não deveria me assustar quando eu me recobrasse ao voltar da cirurgia eu iria acordar numa UTI e isso seria normal, eu ali deveria permanecer por mais um dia ou dois para posteriormente ser levado para a enfermaria onde ficaria por mais alguns dias. 

Naqueles dias como sabia que existia um grande risco de vida pois a cirurgia era demorada e muito delicada, eu já havia aceitado a ideia, caso a cirurgia não fosse bem sucedida eu teria que viver em uma cadeira de rodas.

Também estava aceitando que se por ventura fosse à vontade de Deus a minha partida eu estaria preparado. Eu havia durante aqueles dias escolhido determinados textos dentro de minha bíblia companheira sempre presente naqueles momentos e deixado frases de conforto e orientação para minha esposa e para meus filhos. Estava então tudo pronto. 

Ao amanhecer segui as orientações fiquei esperando até que vieram me buscar. Fui levado para o centro cirúrgico, lá estavam uma porção de pessoas todas uniformizadas com seus jalecos brancos parecia como no grupo escolar quando eu frequentei a escola e usávamos o que chamávamos de guarda-pó.

Olhei em uma das paredes existia um grande painel acrílico com luz em seu interior estava repleto de exames, parece que ali estavam todas aquelas chapas da tomografia e da ressonância que eu havia feito. Então se aproximaram de mim duas pessoas, conversaram entre eles e um disse ao outro olhando em direção daquela parede iluminada, esta vai ser demorada, vamos colocar ele pra dormir primeiro, para não judiarmos dele e depois aplicamos as demais. Então me lembro que me mandaram ficar olhando para um aparelho de eletrocardiograma e acompanhar a luz que subia e descia no monitor formando uma linha oscilante, nisso sinto que parecia que estavam enfiando um prego em meu braço e olhei para ver o que era, era uma agulha com uma espessura de uma carga de caneta esferográfica de tão grossa parecia mesmo um grande prego. Ai então eu apaguei.

Ao acordar estava em uma sala bastante fria e sentia uma dor terrível estava deitado sob tudo que tinham colocado em minhas costas.

Parecia como se fosse uma cama de faquir com pregos acessos embaixo de mim. Ali fiquei por algum tempo a dor aumentava e me levaram para a enfermaria. A cirurgia havia sido bem sucedida e meu organismo suportou bem não foi necessário que eu fosse para a UTI como era previsto minha recuperação apesar da dor estava sendo boa. Estava com quase todo o corpo enfaixado como se fosse uma múmia. Falei da dor terrível que eu estava sentindo e meu medico sugeriu que fosse comprado uma espuma especial em formato de caixa de ovos e que isso iria aliviar a dor, havia chegado a momento de outra correria.

Desta vez foi minha filha e meu genro quem se dispôs a correr atrás, sei que eles devem ter feito o possível e o impossível para não demorar, mas para mim parecia uma eternidade aquela espera pela espuma na esperança que ela fosse aliviar a dor que eu estava sentindo.

Eu estava recebendo sedativos fortíssimos mesmo assim sentia uma dor terrível. Chegaram então com a espuma. E ao menos um pouco havia melhorado. Olhei ao meu lado e via mangueiras saindo de meu corpo e entravam em uma espécie de sanfona plástica, me explicaram que aquilo era um dreno. Eu não podia nem sequer levantar um centímetro a cabeça. Eu teria que ter paciência, afinal eu havia conseguido fazer a cirurgia e agora restava esperar a recuperação. As visitas continuaram e muitas orações foram feitas por todos, até em outras cidades onde temos pessoas da família e conhecidos estavam orando por mim. Deus ouviu e atendeu.

Em uma destas noites durante as orações todos oravam com muito fervor eu sentia que era muito forte a presença do espírito de Deus ali naquele momento, Lembro que olhei ao redor e havia muitas pessoas orando, me chamou à atenção eu estar enxergando um de meus amigos mais elevado do chão que as demais pessoas naquele momento, eu tinha certeza absoluta que ele estava sob uma cadeira ou poltrona, pensei que ele teria subido porque o quarto estava muito cheio e para que pudessem formar um circulo ao meu redor. Passado o tempo quando nos encontramos novamente até perguntei a este amigo se naquele dia ele havia subido em alguma coisa e ele me respondeu que não, teria sido uma percepção do estado espiritual dele naquele momento?

Não me recordo se foi naquele mesmo dia, eu estava sentindo muita dor, uma dor insuportável e evitava até respirar para ver se a dor diminuía. Então novamente me senti dentro daquela Luz tão grande onde eu havia sido envolto da vez anterior quando estava em grande aflição em minha casa, mas lembro que desta vez eu conversei com aquela Luz e perguntei o que era aquela luz.

Então nesta segunda experiência eu perguntei para a Luz o que era aquilo e a Luz me respondeu que ali era o mundo da Luz e que ali estavam presentes todos os seres Celestiais Jesus era quem estava respondendo as minhas perguntas, então ele me disse que ali todos faziam parte da mesma Luz sendo assim ali estavam todos os anjos dos Céus.

Estou emocionado neste momento que me recordo, não há como conter as lagrimas que enchem meus olhos. Teria sido um sonho? Teria eu perdido os sentidos pela dor muito forte? Eu penso que não. E você o que pensa a este respeito? Somente sua sensibilidade espiritual poderá responder.

Estava terminando o período de recuperação no hospital e após 4 dias da cirurgia eu estava recebendo alta. Fui trazido para casa foi uma ginástica tremenda para chegar a deitar na cama. Esta primeira noite foi a mais difícil de todas as noites depois da volta para casa. Quando por volta das 3 a 4 horas da madrugada eu acordei com uma dor terrível era insuportável, procurava suportar o máximo para não demonstrar, para não preocupar e fazer sofrer os meus familiares, mas estava sendo obrigado pela dor a ligar para o médico e pedir que me levassem para o hospital novamente, o médico me disse que não era possível me levar que eu teria que aguentar a dor, que era assim mesmo nos primeiros dias. Tentei fazer com que me levasse de qualquer forma e ele me respondeu que isso não seria possível devido ao custo do medicamento que eu estaria tomando por que era muito elevado na época custava quase um salário mínimo por uma hora de medicamento. E que eu teria que arcar com os custos. Diante disso pedi a Deus que me ajudasse a suportar, pois estava realmente fora de minha possibilidade, pois até mesmo a cirurgia e todos os custos haviam sido cobertos pelo sistema de saúde publica.

Agradeço ao desconhecido que autorizou a minha cirurgia que Deus retribua a ele fazendo com que ele e os seus queridos nunca precisem passar por uma experiência como a que eu passei. Graças Deus e a este desconhecido que foi usado por Deus e a pessoa que levou meu problema a ele, hoje ao escrever minhas memórias posso dizer que levo uma vida normal.

Foram então dias sob forte medicação para minimizar a dor. Eu tomava comprimidos tão fortes que para proteger o estomago era preciso injetar com uma seringa um liquido que se parecia com um xarope e tinha gosto de banana, engolia aquele liquido e depois tomava os comprimidos. Graças a Deus que pessoas dedicaram seu tempo pesquisando e buscando medicamentos para aliviar a dor daqueles que por algum motivo estejam sofrendo. Passados alguns dias a pior parte já havia passado, estava tomando menos medicamentos fui diminuindo gradativamente a quantidade de medicamentos buscando preservar o estomago.

Deus foi tão misericordioso que eu não precisei da ajuda financeira de outras pessoas, somente minha mãe que, por sua iniciativa fez um empréstimo para ser descontado de sua aposentadoria e tanto insistiu que eu aceitasse. Deus me deu a benção de poder nos sustentar com o dinheiro da venda do carro que possuíamos. A venda deste carro foi também um acontecimento marcante, eu precisava vender o carro para obter recursos, mas ao mesmo tempo o carro iria fazer falta para ir a fisioterapia. Pensei então, como vou fazer para vender este carro se não estou em condições de sair para oferecer. Para minha surpresa aquele foi um carro que vendi com a maior facilidade mesmo estando quase impossibilitado de me locomover. Até foi incomum o fato de a venda ter sido feita à vista, normalmente surgem propostas de troca e neste caso não aconteceu.

Vejam só teria sido por acaso? Usei então parte do dinheiro da venda para nossas despesas e outra parte comprei um outro carro de menor valor que serviu para que eu fosse para a fisioterapia, durante o período que estive de cadeira de rodas. Mais tarde quando já estava andando de muletas e conseguia ir para fisioterapia de ônibus eu vendi o outro carro para podermos nos manter por mais um tempo.

Lembro muito bem do carinho dos profissionais do centro de reabilitação do bairro Dom Aquino, desde a primeira vez que entrei naquele local fui muito bem atendido. Eu fui colocado em uma mesa prenderam meu corpo com umas cintas e a mesa que ficava na horizontal foi sendo inclinada para a posição vertical forçando assim que eu apoiasse o peso do meu corpo, foi bem doloroso para mim e tiveram que fazer aos poucos este procedimento. Minha rotina consistia agora nas tentativas que fazia em casa para movimentar pelo menos os dedos dos pés mas ainda sem resultados.

Devido ao tempo sem movimentar minhas pernas haviam perdido a massa muscular tendo sido a perna esquerda a que ficou mais fina. Os médicos haviam me informado que a perna esquerda seria a perna com menor possibilidade de recuperação. Disseram até que era muito pequena a probabilidade que isso acontecesse. Mas eu estive o tempo todo em que estava deitado procurando fazer algum movimento e aos poucos estava conseguido algum progresso.

Os profissionais do centro de reabilitação movimentavam minhas pernas esticando e dobrando varias vezes para dar elasticidade aos nervos que estavam encurtados e enrijecidos. No inicio com cuidado redobrado por que doía estar deitado de costas sob a estrutura de parafusos e hastes de titânio. Á medida que fui conseguindo resultados melhores me colocaram para tentar andar apoiado a dois apoios em forma de corrimão lembro que sempre mantive o bom humor graças a Deus, às vezes até ria de mim mesmo, pela maneira que meus membros reagiam, eu tentava mudar o passo, mas a perna não respondia ao comando e acabava parecendo uma criança tentando dar os primeiros passos.

Naquele local estavam pessoas com diferentes tipos de limitação de movimento, alguns não tinham movimento algum, mas nossos fisioterapeutas procuravam dar a cada um toda a atenção e incentivo. Podia ser percebido na expressão do olhar destes profissionais o contentamento quando viam seus pacientes progredirem, Alguns pacientes pareciam que estavam sem motivação e não se esforçavam muito e outros buscavam se recuperar o mais rápido possível. Era minha esposa quem me acompanhava na maioria das vezes, eu ia até o carro com a cadeira de rodas e era ela quem dirigia. Lembro que ela apesar de dirigir bem sempre estava insegura na hora de retornar para casa depois da fisioterapia que era por volta das 18:00 hs. porque neste horário havia um transito intenso. 

Então vendo aquela situação foi de cadeira de rodas mesmo que eu comecei a dirigir novamente, primeiro não sabia se iria conseguir dirigir porque não conseguia firmar o corpo e ficar em pé, mas um dia fui até a garagem entrei no carro e sentei no banco do motorista e ensaiei pra ver se daria certo, tentei pisar nos pedais e percebendo que já havia recuperado certo controle que permitia apertar os pedais com a perna direita eu decidi.

Na próxima vez que percebi que minha esposa estava agoniada quando se aproximava o horário de voltarmos para casa quando nos dirigiamos para o carro fui em direção da porta do motorista. Não olhei a expressão de seu rosto, mas imagino que ela deve ter feito uma cara de medo. Abri a porta e me transferi para o banco do motorista, não me recordo se ela tentou me dissuadir, porque eu estava determinado a dirigir. Então como eu já havia feito um ensaio na garagem de nossa casa deu certo a tentativa e fui eu quem conduziu o carro ao voltarmos. Daí por diante não me recordo se deixei, ela dirigir novamente. Dei graças a Deus por estar conseguindo dirigir. Daí por diante eu mesmo conduzia o veiculo para irmos ao mercado e a todos os lugares até que foi necessário vender o veiculo para nos mantermos.

Mas Deus nos dá segundo nossa necessidade e eu já conseguia andar com as muletas fornecidas pelo centro de reabilitação, eles haviam também feito um molde em gesso da parte inferior de minha perna esquerda, através deste molde produziram uma espécie da bota com um material semelhante a um plástico bastante espesso e rígido, a função daquela espécie de bota era manter meu pé esticado. Meus pés estavam em uma posição semelhante aos pés de um bailarino ao dançar.

Os nervos que movimentam o calcanhar haviam atrofiado e por isso encolheram cerca de 4 a 5 centímetros projetando a ponta dos pés para baixo. Esticar novamente estes tendões e mantê-los esticados era a função daquela espécie de bota. Fui fazendo progresso com a fisioterapia eu podia perceber que estava sendo rápido minha recuperação pela expressão de contentamento de meus fisioterapeutas. Agora eu já estava conseguindo andar nas barras paralelas e me colocaram para ficar subindo e descendo uma escada de dois ou três degraus feitas de madeira que existia ali para essa finalidade, em seguida me colocaram para pedalar e assim foi.

Como parece difícil ao estarmos numa condição como a que eu estava voltar a fazer coisas que quando estamos com saúde não nos damos conta de sua importância. Andar para quem nunca passou por um período impedido de andar, parece ser insignificante, mas para muitos é um sonho que não poderá ser alcançado.

Minha Mãe morando distante, sempre me telefonava querendo saber como eu estava então um dia quando eu estava tentando ensaiar os primeiros passos e ria de mim mesmo pois, parecia uma criança de um ano tentando andar, contei a ela que estava andando novamente, apesar de andar de uma maneira engraçada por falta de firmeza e ela ficou muito feliz e assim fui melhorando, rebolando menos com o passar dos dias até voltar a quase normalidade.

Agradeço a Deus que me deu animo e me manteve bem humorado isso tornava menos traumatizante à situação para mim e para quem estava ao meu redor. Chegou o dia em que eu comecei a andar novamente no inicio me apoiando nas paredes e aos poucos ia me soltando, até que consegui andar por distancias maiores. Mas eu ainda tinha dificuldade para andar porque não conseguia erguer direito a ponta do pé esquerdo ao trocar os passos.

Depois da cirurgia por um tempo não muito pequeno eu tive que usar uma espécie de cinta elástica cheia de barras de alumínio que servia para imobilizar a minha cintura até que meu organismo recuperasse a musculatura e formasse uma camada de osso cobrindo e fixando os parafusos e minha coluna e se tornasse forte o suficiente para meu corpo não dobrar. Não me recordo quanto tempo foi todo este processo, mas aos poucos fui retomando minha vida.

Agora minha prioridade era voltar a ser produtivo, precisava obter o nosso sustento. Desde a faze em que pude me deslocar mesmo com a cadeira de rodas eu pedia a Deus que me ajudasse encontrar uma forma que eu pudesse trabalhar para poder manter nossa família.

Minha irmã e meu cunhado tinham uma empresa e me deram à oportunidade de ir trabalhar com eles. Eu tinha ainda certa dificuldade para andar porque a perna esquerda não havia se recuperado tanto quanto a perna direita, mas vamos lá, voltei a Curitiba nossa cidade de origem e por mais um tempo ali residi com minha esposa somente, nossos filhos ficaram residindo em Cuiabá. Estava numa posição privilegiada dentro do quadro de funcionários da empresa, eu era responsável pela produção em parceria como o irmão de meu cunhado. A empresa tinha um quadro de perto de 59 funcionários.

Procurei aperfeiçoar o trabalho de cada um e corrigir deficiências. Havia certo ciúme de alguns funcionários mais antigos, porque de repente ali estava eu, responsável por cobrar resultados de quase todos. Para mim foi uma oportunidade para testar até que ponto eu estaria apto a retomar minha vida. Meu salário era o maior salário da empresa, mas com os descontos, às despesas e o aluguel da casa que morávamos não sobrava muito dinheiro. Eu ainda tinha um resíduo em cartão de credito que vinha tendo que administrar do período que havia estado em recuperação e meu salário estava sendo suficiente somente para pagar as contas.

Então abri a bíblia e olhei em direção do numero que me chamou a atenção era Jó capitulo 5 versículo 17 Diz assim:

“Como é feliz o homem a quem Deus corrige; portanto não despreze a disciplina do Todo-poderoso”. Pois ele fere, mas trata do ferido ele machuca, mas suas mãos também curam.

Achei esta mensagem bastante ligada ao momento que estou narrando de meu passado, a faze em que eu estava me recuperando e retornando a minha vida normal.

Visitando o meu amigo Alexandre, que esteve comigo na pior faze antes da cirurgia após e durante a recuperação. Estávamos relembrando aqueles momentos e ele me contou agora, passados vários anos, que no momento que eu iria fazer a cirurgia ele se dirigiu à capela não perguntei onde era a capela que ele foi, pode ter sido no hospital.

Ele disse que estava em oração pedindo a Deus por mim porque eu tinha apenas 5% de chances de sucesso de me recuperar, ele pedia a Deus dizendo em sua oração que estes 5% fossem bastante para Deus e que ele tivesse piedade de mim para que eu não ficasse paralítico. Ele me contou agora e se emocionou ao contar assim como eu e meu filho que estava conosco.

Contou que naquele momento em que ele fazia este pedido sentiu um calor muito grande e um tremor em todo o seu corpo e teve uma visão da sala de cirurgia onde o medico estava operando, mas ali ele via o próprio Deus operando sendo o médico. Até arrepiou os nossos braços quando ele nos contava.

Então neste momento em que estou escrevendo pedi a Deus que me dê a inspiração para continuar a escrever, meu propósito é não escrever por mim mesmo, mas escrever inspirado por Deus o que possa servir para o meu próximo.

Este é o meu objetivo contando o que aconteceu comigo tentar mostrar ao meu próximo que Deus é sempre presente. Não importa o quanto seja impossível para nós humanos.

Para Deus tudo é possível, assim como ele tornou possível para mim recuperar meus movimentos e levar uma vida normal. 

Realizar antigos projetos e agora iniciar uma nova fase.

Deus é o Senhor... Busque a ele e confie a ela sua vida e todo o resto ele fará.

 

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